17 de janeiro de 2012



E o pular por sobre as ondas do mar. Nem sete, nem cinco, nenhuma vez; o meu futuro não pode ser visto nas cartas, meu futuro é bem mais, ele não pode ser visto em minha mão, só quem tem olhos que alcançam longe podem enxergá-lo.

Nada de promessas para o ano novo, eu quero realidade. Nada de sonhos, não quero ilusões, não quero chorar ao terminar do ano e ver que nada deu certo, eu quero é voar com os pés no chão, não sonhar, quem sonha não tem tempo pra viver.

Pode ser preto, não me importo em ser branco, minha mente não tem tempo para jogo de cores, que venha a realidade, que venha o futuro, o meu futuro, que não está em cartas e nem em tarôs, está nas mãos do Senhor.

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